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Banco Master, uma teia de corrupção que parece não ter fim.

Os novos desdobramentos da investigação sobre o escândalo do Banco Master, um dos maiores da história do Brasil, apresentam, a cada dia, mais provas de uma complexa teia de corrupção que, ao que tudo indica, possui tentáculos no meio político. Não é de se estranhar a grande preocupação de diversos atores que atuam em Brasília, bem como as manobras realizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo então relator, Dias Toffoli.

A coluna de Andreza Matias, do portal Metrópoles, destaca que alguns ex-diretores do INSS decidiram firmar acordos de delação premiada e acabaram revelando a ligação do filho do presidente Lula com políticos envolvidos no esquema. Na matéria, a jornalista também aponta que, entre os nomes citados pelos delatores, está o de Flávia Péres (ex-Flávia Arruda), que foi ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) no governo Jair Bolsonaro. Esta é a primeira vez que o nome dela aparece associado ao caso. Flávia é esposa do economista Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master e ex-sócio do empresário mineiro Daniel Vorcaro.

Com o anúncio, nesta semana, de que uma Comissão Parlamentar de Inquérito decidiu quebrar os sigilos do filho mais velho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, fica a impressão de que as ramificações do escândalo são ainda mais amplas. Há indícios de envolvimento de políticos no rombo do INSS e de ligações diretas com o escândalo do Banco Master. Resta agora saber se as investigações alcançarão os verdadeiros responsáveis e se, de fato, todos os envolvidos serão submetidos aos rigores da lei.

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