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Revista inglesa diz que Lula não deveria disputar as eleições de 2026

A revista britânica The Economist publicou um editorial no qual desaconselha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a concorrer às eleições de 2026. Na análise, a publicação compara Lula ao presidente norte-americano Joe Biden e afirma que candidatos com mais de 80 anos representam riscos significativos para a condução de governos, especialmente em cenários políticos complexos.

O editorial também cita o conturbado contexto político vivido pelo Brasil, mencionando a prisão de um ex-presidente em um julgamento que, segundo a revista, teve pouco apelo popular, além da tensão comercial envolvendo os Estados Unidos e a chamada “guerra tarifária”.

Apesar das críticas, The Economist reconhece que Lula aparece, neste momento, como favorito na corrida eleitoral. Ainda assim, o texto é duro ao afirmar que carisma não é proteção contra o declínio cognitivo e classifica as políticas econômicas adotadas pelo atual governo como medíocres.

A publicação do editorial na capa da revista repercutiu fortemente no mercado financeiro internacional. Para analistas, o texto expõe uma percepção de fragilidade institucional e revela como parte do mercado externo enxerga a situação política e econômica do Brasil.

Segundo a avaliação apresentada, esse cenário, somado a escândalos recentes envolvendo o INSS e o Banco Master, além das declarações do presidente em apoio ao líder venezuelano Nicolás Maduro, tende a repercutir no debate público. Esses fatores podem influenciar o humor do eleitorado e, eventualmente, alterar o resultado das próximas eleições presidenciais.

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